Reflexão nº 37 – Tudo pode, nada pode: uma questão de ponto de vista

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Foto: www.morguefile.com

Tudo pode, nada pode.

É apenas uma questão de ponto de vista.

Não é porque preciso, mas porque tenho direito.

Não é pelo desejo, mas pela vontade.

Não é pelo prazer, mas porque me faz feliz.

Não é por obrigação, mas porque me faz bem.

Não é por imposição, mas porque me comprometi comigo.

Nem tanto pelo corpo, mas porque alimenta a alma e o espírito.

A verdadeira liberdade é a tomada de consciência.

Mentir é, antes de tudo, enganar a si mesmo.

Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando, mas preferi escrever mesmo.

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Reflexão nº 12 – Liberdade: alçando voos mais altos

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Eu estava de férias do Santos FC quando subi o morro naquela tarde, tinha tempo livre para pensar e fazer o que eu quisesse por cerca de 15 dias (Muita coisa, não é mesmo?!). Naquele período, 15 dias para fazer isso era muito tempo. Tempo pra caramba!

Quando cheguei lá em cima encontrei um amigo. Foi mero acaso, pura coincidência. Ele estava fazendo uma matéria sobre voo livre. Foi assim que eu conheci o Eládio, o Vovô.

No breve papo que tive com ele naquele dia, recebi o convite para fazer um voo duplo. Eu sempre tive medo de altura, mas encarar esse medo de frente me dava um frio gostoso na barriga. O medo me puxava para aquele desafio. Significava vencer a mim mesmo. Além disso, aquela experiência parecia libertadora. Ia ao encontro da busca que eu já iniciara. Seria um momento único, eu não tinha dúvida.

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Reflexão nº 2 – A menina e o jazz

Enquanto a plateia acompanha atenta a apresentação, um espetáculo à parte rouba a cena. Rompe o silêncio da plateia e encontra sintonia com a harmonia sinfônica do grupo composto por 12 músicos que se apresenta na praça Victor Civita, em São Paulo.

A menina dança, pula, roda e ri. Ri muito. Feliz da vida. Com a pureza infantil, ela não tem vergonha de mostrar o quanto a música lhe solta. Liberta a alma. Traz paz e, ao mesmo tempo, uma vontade de pular, gritar, girar e sorrir.

No silêncio do intervalo entre as canções, de maneira espontânea, solta um: “Acabou?”.

Parece que ninguém aproveitou mais aquele momento sublime que a menina. Livre de “pré” conceitos, livre da repressão, livre do medo de ser feliz e, principalmente, livre do medo de viver. Dançando, pulando, rodando e rindo, assim como todo ser liberto deve ser. Mostrando que a música pode ser um bom remédio para a felicidade.