Reflexão nº 7 – “Só sei que nada sei”

Por mais que elementos da cultura tentem sufocar traços da natureza humana, continuamos inquietos, sedentos por conhecimentos “proibidos” que, muitas vezes, não sabemos nem nomear. Sabemos que falta algo, mas não sabemos bem o que.

O problema é que quando estamos perdidos, nem sempre é fácil diferenciar o falso do verdadeiro caminho que leva ao conhecimento. Podemos ser laçados por “inverdades”. Muitas vezes, a sede é tanta que, mesmo quando nos deparamos com “água suja”, corremos o risco de tomá-la pensando ser essa a verdadeira água dos deuses.

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Reflexão nº 3 – A pior forma de preconceito

Uma das piores formas de preconceito é aquela que resulta de uma ideia que está enraizada de tal maneira em nossa cultura que não é entendida como preconceito. Passa de geração em geração. Acaba se tornando lugar comum. Somos preconceituosos sem nos dar conta disso. Uma construção puramente cultural acaba se transformando em verdade natural.

Se aprendermos a conviver com o diferente, as coisas se tornam mais fáceis. Se nos enxergarmos como semelhantes, também. Evitando julgamentos, nos colocando no lugar do outro, respeitando as diferenças e olhando o outro como a nós mesmos.

A informação é o melhor antídoto contra o preconceito. Einstein disse que uma mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original. Que novas ideias nos tirem da escuridão. Derrubem o mito da caverna de Platão.