Reflexão nº 19 – “Nosso pálido ponto azul”

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(…) nossa pretensa importância, a ilusão de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, em meio a toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos, Pálido Ponto Azul, Carl Sagan

No livro “Pálido Ponto Azul” (1994), o ex-cientista Carl Sagan nos coloca diante da nossa “irrelevância” em termos universais e mata qualquer grau de soberba que possa habitar em nós. Mas, ao mesmo tempo em que nos coloca no devido patamar de humildade, a narrativa nos faz pensar sobre o “milagre” da vida na Terra (Ainda não terminei o livro, mas essas são as impressões até o momento).

Somos uma exceção dentro de um vasto universo. A vida em nosso planeta só foi possível graças a uma série de acontecimentos que se sucederam desde o Big Bang. Nossa existência só é possível porque as leis da natureza são exatamente como são.

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Reflexão n° 10 – “Ensaio sobre a cegueira”

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“A vida não é medida pelo número de vezes que respiramos, mas pelos lugares e momentos capazes de tirar nosso fôlego” (Anônimo)

Eu fiquei com a respiração ofegante quando ele passou por mim. Eu já estava um pouco receoso. Aquele estava sendo um momento de descobertas. Estava um pouco inseguro, ainda conhecendo aquele novo mundo, como um colonizador que desembarca em terras desconhecidas.

Ele quase “atropelou” o menino que estava do meu lado. E também passou bem perto de mim. Isso me deixou ainda mais assustado. Na volta, ele acabou me alcançando. Remamos lado a lado. Eu ainda estava receoso e, ao mesmo tempo, surpreso.

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