Reflexão nº 11 – Pensamentos conflituosos: intuição ou irracionalidade?

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Em algum lugar do planeta, após nascer como indivíduo, uma alma começa a refletir…

Alma: Espírito, está aí?

Espírito: Olá.

Alma: Desde nosso último encontro, tenho refletido bastante.

Espírito: Refletir é bom. Sobre o que tem pensado?

Alma: São pensamentos estranhos. Me fazem sentir em plenitude, mas nem tudo faz sentido.

Espírito: Se te fazem sentir paz, não há razão para não alimentá-los.

Alma: Eles vão de encontro a muitas coisas que sempre tive como verdades. Isso me deixa em conflito.

Espírito: A verdadeira verdade nem sempre agrada num primeiro momento. Mas depois torna-se libertadora. Não tenha medo de refletir.

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Reflexão nº 9 – Saindo da “caverna”: diálogo entre Corpo, Alma e Espírito

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Em uma “caverna” há tempos esquecida, um indivíduo está prestes a nascer…

Alma: Corpo, está acordado?

Corpo: Agora, estou.

Alma: Não tenho conseguido dormir. Algo me falta, mas não sei bem o quê. Sinto um vazio.

Corpo: Feche os olhos que passa. Mas se estiver com muita fome, posso buscar algo para você comer.

Alma: Não é disso que estou falando. Sinto um vazio interior, na minha existência. Sinto que há algo além das paredes dessa “caverna”.

Espírito: Olá.

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Reflexão nº 2 – A menina e o jazz

Enquanto a plateia acompanha atenta a apresentação, um espetáculo à parte rouba a cena. Rompe o silêncio da plateia e encontra sintonia com a harmonia sinfônica do grupo composto por 12 músicos que se apresenta na praça Victor Civita, em São Paulo.

A menina dança, pula, roda e ri. Ri muito. Feliz da vida. Com a pureza infantil, ela não tem vergonha de mostrar o quanto a música lhe solta. Liberta a alma. Traz paz e, ao mesmo tempo, uma vontade de pular, gritar, girar e sorrir.

No silêncio do intervalo entre as canções, de maneira espontânea, solta um: “Acabou?”.

Parece que ninguém aproveitou mais aquele momento sublime que a menina. Livre de “pré” conceitos, livre da repressão, livre do medo de ser feliz e, principalmente, livre do medo de viver. Dançando, pulando, rodando e rindo, assim como todo ser liberto deve ser. Mostrando que a música pode ser um bom remédio para a felicidade.