Reflexão nº 55 – A beleza intangível do amor

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Foto: www.morguefile.com

O amor é, de fato, sereno, seja ele da natureza que for. Ele acalma a alma. Apazigua o espírito.

O amor carrega a felicidade em tamanho de semente que, quando cultivada, cresce exponencialmente até chegar ao infinito.

O amor enche a gente de felicidade que se materializa e transborda em sorriso, em brilho no olhar, em fé na vida.

Ao mesmo tempo que toca nossa natureza mais elevada, o amor é simplesmente o amor. Ele existe no é, não pede explicação, não requer definição. Ele é e isso basta.

Não conheço palavras capazes de expressar a plenitude do amor. Elas podem até nos conduzir por uma parte da caminhada, mas há um ponto intangível. O belo da beleza não se explica em palavras.

O amor é nosso elo mais real com o cosmos, nosso cordão umbilical com Deus. Nossa ligação mais pura com a vida.

Feliz é o homem que sentiu, ainda que por uma fração de segundos, o que de fato é o amor.

Tenho vivenciado coisas surreais. Ironicamente, essas são as coisas mais reais que já me aconteceram.

Sobre o autor: Rafael Miramoto, 30 anos. Alguém que gosta de estudar, refletir e compartilhar.

Reflexão nº 54 – A harmonia perfeita de todas as coisas

Reflexão nº 51 – A preguiça das tardes de chuva

Reflexão nº 50 – “O amor é cego”: só que não

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