Reflexão n° 39 – “À procura da felicidade”

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“Se tiver um sonho, tem de protegê-lo (…). Se quiser algo, vá buscar”, Chris Gardner, “À procura da felicidade”

Persistir, persistir, persistir e, independente dos obstáculos, continuar tentando até alcançar seu sonho. Essa é a mensagem principal de “À procura da felicidade” (The Pursuit of Happyness, 2006, direção de Gabriele Muccino), um exercício de fé e esperança.

“Graças” a um problema na bateria do meu notebook, recentemente, tive a chance de assistir ao filme pela segunda vez. Isso aconteceu enquanto usava o note de uma amiga para uma sobrecarga na minha bateria (quase uma barriga de aluguel entre computadores). Como não acredito em coincidências e nem no acaso, creio que a essência da mensagem do filme tivesse algo a me dizer.

Estrelado por Will Smith e Jaden Smith, seu filho na vida real, o filme narra uma trajetória de superação inspirada na vida do empresário norte-americano Chris Gardner. Um pai solteiro que luta para sobreviver em meio a adversidades financeiras que chegam a deixar ele e o filho desabrigados.

Mesmo com todos os problemas, dentre eles o abandono da esposa, Chris mantém a cabeça erguida e, definitivamente, não se entrega mesmo quando tudo parece estar perdido. Mais do que a meta de Chris em si – se tornar um corretor da bolsa de valores -, o exemplo de superação dele é realmente inspirador.

Além disso, a ligação entre ele e o filho é uma relação de amor das mais sinceras E, ainda que o pequeno Christopher tenha apenas 5 anos, os problemas fazem com que o elo entre eles se torne cada vez mais forte. Melhores amigos e companheiros. A dupla Will e Jaden Smith nos dá um bom exemplo de como amadurecer e superar adversidades sem perder a ternura e o bom humor.

“Jamais deixe que alguém lhe diga que não pode fazer algo. Nem eu. Está bem? (…) Pessoas que não fazem algo sozinhas vão dizer que você também não pode fazer”.

Assim como essa fala de Chris para o filho, o filme é um belo exercício de reflexão e aprendizado. Repleto de lições, contrastes sociais e muita espirituosidade.

“À procura da felicidade” faz a gente pensar sobre os próprios sonhos. O quanto não devemos deixar de lutar mesmo quando as coisas parecem difíceis. Que devemos seguir acreditando e fazendo nossa parte. E como os momentos de dor podem ser de rico aprendizado. Tudo depende da maneira que olhamos e encaramos a vida (“Bendita” hora em que meu note deu problema).

Vale a pipoca, o guaraná e muitas lágrimas (de tristeza e de alegria).

Rafael Miramoto, 30 anos. Alguém que gosta de estudar, refletir e compartilhar. Tem dois contos – “Um Grilo pelo Azulão” e “Misericórdia” – publicados na plataforma Kindle, da Amazon.

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