Reflexão nº 4 – Nada como as imperfeições perfeitas de quem a gente ama

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Foto: www.morguefile.com

De repente você sente uma energia diferente. Uma felicidade repentina pelo simples fato de amar. Amar as qualidades e defeitos do outro. Admirar o ser humano que ele é e respeitar os limites dele. Aprender e crescer com ele.

O olhar, o jeito de falar, se expressar, sorrir, gesticular. O pacote completo. É impressionante como até os “defeitos” parecem ser os “defeitos” que a gente gosta.

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Reflexão nº 3 – A pior forma de preconceito

Uma das piores formas de preconceito é aquela que resulta de uma ideia que está enraizada de tal maneira em nossa cultura que não é entendida como preconceito. Passa de geração em geração. Acaba se tornando lugar comum. Somos preconceituosos sem nos dar conta disso. Uma construção puramente cultural acaba se transformando em verdade natural.

Se aprendermos a conviver com o diferente, as coisas se tornam mais fáceis. Se nos enxergarmos como semelhantes, também. Evitando julgamentos, nos colocando no lugar do outro, respeitando as diferenças e olhando o outro como a nós mesmos.

A informação é o melhor antídoto contra o preconceito. Einstein disse que uma mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original. Que novas ideias nos tirem da escuridão. Derrubem o mito da caverna de Platão.

Reflexão nº 2 – A menina e o jazz

Enquanto a plateia acompanha atenta a apresentação, um espetáculo à parte rouba a cena. Rompe o silêncio da plateia e encontra sintonia com a harmonia sinfônica do grupo composto por 12 músicos que se apresenta na praça Victor Civita, em São Paulo.

A menina dança, pula, roda e ri. Ri muito. Feliz da vida. Com a pureza infantil, ela não tem vergonha de mostrar o quanto a música lhe solta. Liberta a alma. Traz paz e, ao mesmo tempo, uma vontade de pular, gritar, girar e sorrir.

No silêncio do intervalo entre as canções, de maneira espontânea, solta um: “Acabou?”.

Parece que ninguém aproveitou mais aquele momento sublime que a menina. Livre de “pré” conceitos, livre da repressão, livre do medo de ser feliz e, principalmente, livre do medo de viver. Dançando, pulando, rodando e rindo, assim como todo ser liberto deve ser. Mostrando que a música pode ser um bom remédio para a felicidade.

Reflexão nº 1 – Um belo dia resolvi mudar

As decisões mais difíceis de tomar são aquelas que trazem mudanças drásticas ao nosso cotidiano. Elas transformam nossa rotina. Dão outro rumo a nossas vidas.

Mudamos porque não estamos felizes. Mudamos porque queremos realizar sonhos. Mudamos porque não concordamos com o atual estado das coisas. E por aí vai. Cada um tem suas próprias razões para mudar.

Mas se não estamos satisfeitos, por que é tão difícil mudar? Medo, insegurança, incertezas. Inúmeras são as angústias que nos cercam. Acredito que refletir é primordial antes de qualquer mudança. Cada um tem seu próprio tempo para refletir. Uns demoram 1 segundo, outros anos, uma vida inteira.

Acredito que todo ser humano tem o direito de ser feliz de maneira plena. Por isso, sejam quais forem os receios que nos impedem de mudar, ainda vale o risco. Afinal, a questão não é acertar sempre, mas sempre continuar tentando. No fim das contas, sempre é possível recomeçar.